quarta-feira, março 16, 2005

New Orleans



Estou em New Orleans. O paraíso para quem gosta de boa música e muita diversão.
Amazing!

2 Comments:

Anonymous Anónimo said...

ECCE HOMO

"Por todo o lado deparo com gente a reclamar-se Paço Arquiano e amigo do Comandante Guélas"

Tubarão

Os Ensinamentos

do GUÉLANISMO

Canto III


As Escritas do Mestre

O Comandante Guélas é o Profeta do Levante, que pugna, acima de tudo, pelos grandes valores universais, transcendendo culturas, países e religiões. Na sua obra oral, além da paixão pela sua figura no espelho, encontram-se ecos da poética Sufi e Paço Arquiana, sobretudo Milhista. No entanto, a todas incorporou com um sentido muito próprio, dizendo a este propósito:

"A minha doutrina diz que apenas existe uma única religião abstracta e absoluta, na qual as manifestações são múltiplas - o Guélanismo. Porque somos todos filhos de Paço de Arcos, e as diversas ruas representam os diferentes dedos da única mão amorosa do Guélas Supremo, que se dirige na vossa direcção com ardor, para nos guiar à braguilha das calças".

Considerado por todos os Paço Arquianos como um profeta dos tempos modernos, o Comandante Guélas tem sempre um largo acolhimento na Net, pois a sua obra pictórica e escrita funcionam como um todo. As escritas do Comandante Guélas têm como primado causas justas, que levam os leitores a nunca mais o quererem deixar de ler.

Livros do Comandante Guélas

"A pedra Marcada pela Insistência das Mijas"

Aqui o Bajoulo afirma a partir de uma pedra marcada por séculos de mijas de Paço Arquianos, estar "cansado", sem "tesão", "à rasca do cu", onde uma voz tremida pela Besana é interrompida pelo relâmpago dum peido de companhia, que lhe dá um certo amparo naquela noite fria, em cima da V5 gamada em Monte Gordo e escondida na casa do Conan. É neste momento que ele escreve na pedra o nome da Tita com um jacto de mijo. No dia seguinte o tesão de mijo aparece como um esforço de dor, uma tensão estética, uma espécie de música partida no extermínio do quotidiano pessoal.

"O horror. A fotografia parada do horror. A Tita está nua a seus pés. E nele, encerrado, o grito. O corpo parece o de um bacalhau Pascoal, o tamanho das unhas dos pés dão a ideia de uma águia".

Aqui a imagem do Paço Arquiano Bajoulo é clara, rigorosa e final, como a Verdade. É uma forma de a arte estar a comprometer-se com os outros a partir do dentro de um só. É o sábio grito de Epicteto!

"O chão serviu-lhe de Cama"

É uma obra breve, muito breve, porque o herói se chama Milhas, e é o Paço Arquiano mais complexo. É um herói da tragédia antiga no âmago da sua destruição. Milhas é um real sem saída.

"O Senhor Peido"

Trata-se de um escrito de prosa, em estrofes, dos flatos do Graise, carregado de uma meditação reiterativa que recusa reivindicar-se de "fenomenal", para se afirmar enquanto "resistência em face da ameaça". Graise está sempre alerta!

www.riapa.pt.to

7:53 da tarde  
Anonymous Anónimo said...

ECCE HOMO

"Por todo o lado deparo com gente a reclamar-se Paço Arquiano e amigo do Comandante Guélas"

Tubarão

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do GUÉLANISMO

www.riapa.pt.to

7:53 da tarde  

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