segunda-feira, dezembro 26, 2005

Grandes lidos em 2005, VIII

Por aquilo que representa: um hino à liberdade; um hino à liberdade cantado por quem nunca leu uma linha. Um hino ao direito natural, à ideia de que existe mesmo um chão comum de dignidade a montante de todo e qualquer homem, de toda e qualquer cultura.

Ou o sexo – ou a ausência dele – como arma da dignidade moral.

Ou uma das maiores ferroadas na muralha relativista da esquerda reaccionária.


PS: Não, Francisco. Não me enganei. Queria mesmo acabar esta série no Sinédrio.

3 Comments:

Blogger Francisco Proença de Carvalho said...

Caríssimo,
Verifico com agrado que estás de regresso à casa mãe. Valeu a pena um pouco de pressão. Os Sinédrios agradecem!
Um grande abraço

11:09 da tarde  
Blogger Henrique Raposo said...

grande abraço, camarada.
bom ano,

em janeiro, temos de fazer um jantar sinédrio.

12:09 da tarde  
Blogger Joana said...

Só para desejar um bom ano a todos os habitantes do Sinédrio e refilar mais uma vez com o facto de o Henrique não eixar que se façam comentários aos seus posts no Acidental (é que é pouco democrático).

Bjks

J

12:45 da tarde  

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